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Botafogo x Arão

A briga na Justiça envolvendo Botafogo e Willian Arão já tem data para um novo capítulo. O caso será julgado, em segunda instância, pelos desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, nesta terça-feira.

O julgamento estava previsto para acontecer no último mês de novembro, mas a Justiça entrou de recesso em dezembro, e o processo só pode ser analisado em 2017.

Seja qual for o resultado, ainda caberá recurso no Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília. Há três possibilidades. Caso a Justiça dê ganho de causa a Arão ou determine que o Flamengo pague R$ 20 milhões ao Botafogo, valor previsto no contrato, as partes irão recorrer.

Existe também a possibilidade de o TRT decidir que Willian Arão retorne imediatamente ao Botafogo. Nesse caso, o jogador ficaria impedido de treinar e jogar pelo Flamengo até conseguir um efeito suspensivo. A defesa do jogador trata como improvável essa hipótese e acredita em nova vitória, uma vez que o volante venceu em primeira instância.

Arão já obteve duas vitórias na Justiça até o momento: em dezembro do ano passado, recebeu tutela antecipada que o permitiu se desligar do Alvinegro até o julgamento e deixou o caminho livre para se transferir para o Rubro-Negro. Em março, viu a juíza da 27ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro considerar nula a cláusula de renovação automática que havia em seu contrato em General Severiano.

No início de setembro, as partes se reuniram em audiência de conciliação, no Tribunal Regional do Trabalho. Na ocasião, as três partes concordaram, e o desembargador determinou que o processo fosse suspenso por duas semanas para que os clubes tentassem um acordo. Nesse período, segundo o Botafogo, o Flamengo acenou com uma proposta de R$ 3 milhões por 10 jogos no Engenhão, além do empréstimo gratuito do meia Adryan. O Alvinegro recusou.

O Botafogo promete lutar até as últimas instâncias para ser ressarcido pela perda do jogador. O fato de os advogados do Flamengo terem sido intimados a comparecer foi visto como sinal de que o desembargador poderia propor ao rival pagar uma quantia para encerrar o caso. No lado da Gávea, o departamento jurídico está tranquilo com o caso. A cláusula de quebra de contrato com o Botafogo era de R$ 20 milhões.

Em novembro do ano passado, o Botafogo chegou a fazer duas vezes o depósito de R$ 400 mil para acionar o dispositivo de renovação automática, mas ambos foram devolvidos por Arão, que já desejava se transferir para o Flamengo.

A Justiça tornou sem efeito a cláusula por entender que o contrato fere a nova resolução da Fifa, que proíbe investidores de ter direitos econômicos de atletas. Na visão da juíza da 27ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, o próprio volante foi considerado seu “investidor” e dono de parte do montante econômico na renovação. O Botafogo discorda da interpretação e por isso leva o caso adiante, mas o departamento jurídico acredita que o processo pode durar meses ou anos para uma definição devido ao ineditismo da matéria.

Fonte: GE

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Entenda caso Cirino

Há dois anos, para ser mais exato no dia 2 de janeiro de 2015, o Flamengo anunciava a contratação de Marcelo Cirino.

Numa transação complexa, envolvendo o grupo Doyen, o Flamengo fez uma das últimas operações envolvendo jogadores de empresários autorizadas pela FIFA. Isso porque logo em seguida, a FIFA proibia que grupos de empresários, tivessem percentual de jogadores.

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Entenda a aquisição de Cirino pelo Fla

A Doyen (grupo de investidores com sede em Malta), adquiriu 50% dos direitos federativos do jogador, por 16 milhões de reais, junto ao Atlético PR, que permaneceu com 50%.

No contrato entre Doyen e Flamengo, ficava acordado, que o Flamengo teria de janeiro de 2015 a março de 2018, para negociar o jogador.

Caso não conseguisse vendê-lo até o prazo estipulado (março de 2018), o Flamengo teria que pagar a Doyen o valor que o grupo investiu no atleta.

A princípio, parecia um excelente investimento e o Flamengo desbancou vários clubes, que naquele momento disputavam a tapa, a jovem revelação atleticana.

O Internacional, sempre deixou claro o desejo de contar com o jogador e fez várias investidas. A primeira justamente quando a Doyen o colocou no Flamengo, a segunda no final de 2015. Desta vez, foi Muricy Ramalho, quem “segurou” o atleta no Fla.

Desejo do Fla

Internamente não é segredo para ninguém, que o Flamengo se decepcionou com o rendimento do atleta e se preocupa muito em ter que arcar com um valor tão alto, por um jogador que jamais emplacou no clube. E por isso, vê com bons olhos, mais essa investida do Internacional. Tanto que o atleta nem foi relacionado para o jogo de amanhã, na estréia do Carioca, contra o Boa Vista. Partida que será realizada em Natal, na Arena das Dunas, as 19:30 hs.

O jogador foi liberado para viajar a Curitiba. O discurso oficial é que o atleta foi acompanhar sua esposa grávida. Mas é de conhecimento, que o jogador vai aproveitar para conversar com os dirigentes atleticanos, a fim de conseguir a sua liberação.

O Atlético Paranaense

A proposta que o Internacional fez, foi diretamente a Doyen. O Inter ofereceu 1,8 milhão de reais, por 20% dos direitos do atleta. O que foi prontamente aceito pelo grupo.

O problema é que o Atlético, não aceita a negociação e dificulta a transferência de Cirino para o Internacional.

Externamente, dirigentes do Atlético, dizem, que se Cirino não permanecer na Gávea, deverá retornar para disputar a Libertadores, com o clube.

Internamente a informação, é que o Atlético, quer aproveitar a ocasião e o interesse dos colorados, para conseguirem alguma compensação, seja financeira, seja na forma de jogadores e por isso, “cozinha” a negociação.

Conclusão positiva da transferência

Caso aconteça a conclusão positiva e Cirino vá mesmo jogar pelo Internacional de Porto Alegre, o Flamengo se livra integralmente da multa e de quaisquer compensações e obrigações que poderia vir a ter com o atleta.

Cirino, viraria “problema” apenas de Doyen, que ficaria com 30%, Internacional, que 20% e do Atlético PR, que continuaria (a princípio), com seus 50%.

Não precisa nem dizer que no Flamengo, neste momento, todos torcem pelo colorado gaúcho.

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Torcida acreditava que desta vez o Imperador voltaria

Adriano Imperador se diverte na Orla da Barra

Em 2017, Adriano está de volta. À noitada. O jogador de 34 anos deixou uma boate na Barra, na Zona Oeste do Rio, e seguiu para um quiosque na Orla, onde ficou até as 5h da manhã de terça-feira. Solteiro, o Imperador fez marcação corpo a corpo com duas mulheres que o acompanhavam.

Adriano Imperador se diverte em Orla do Rio
Adriano Imperador se diverte em Orla do Rio Foto: Sandro Cardozo

No verão carioca, o uniforme foi dispensado, e ele circulou de bermudão, sem camisa, descalço e com seu inseparável cordão de ouro. Seus companheiros de campo, ou melhor, de noitada, foram os de sempre, os amigos da Vila Cruzeiro, onde ele nasceu.

Adriano Imperador curte noitada até de madrugada
Adriano Imperador curte noitada até de madrugada Foto: Sandro Cardozo

Fonte: Extra

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Jogadores, Planejamento 2017

Agora é oficial!

Depois de uma longa novela, o Flamengo anunciou no início da madrugada desta terça-feira o meia argentino Darío Conca, de 33 anos, como seu segundo reforço para a temporada de 2017. O atleta estava no Shanghai SIPG, da China, e chega por empréstimo até 31 de dezembro de 2017.

Conca é o novo reforço do FlamengoReprodução Internet

O jogador se apresenta no próximo dia 11 de janeiro no Centro de Treinamento George Helal, em Vargem Grande, mas não tem condições de jogar tão cedo. Ele sofreu em agosto uma ruptura do ligamento cruzado do joelho esquerdo e teve que passar por uma cirurgia.

A ideia da diretoria é que Conca possa estar apto para jogar o Brasileirão e parte da fase de grupos da Libertadores. O atleta não receberá salários do novo clube até que possa estar em condições totais de jogo.

Ficha técnica

Clubes: River Plate-ARG (2002-2003), Universidad Católica-CHI (2004-2006), Rosario Central (2006), Vasco da Gama (2007), Fluminense (2008-2011, além de passagem pelo clube em 2014), Guangzhou Evergrande (2011-2013) e Shanghai SIPG (2015-2016)

Títulos: Torneio Clausura Argentino (2003), Torneio Clausura Chileno (2005), Campeonato Brasileiro (2010), Tricampeão da Super Liga chinesa (2011-2013), Copa da China (2012), Supercopa da China (2012) e Liga dos Campeões da Ásia (2013)

Fonte: O dia

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Conca com a 10 do mengão? Diego dispensa a tradicional camisa rubro-negra

Diego caiu como uma luva no Flamengo. Embora tenha revelado receio de voltar ao Brasil após 12 anos na Europa, o meia não esconde que o Rubro-negro foi amor à primeira vista, e já sonha com a renovação.

Em entrevista exclusiva ao Extra, o jogador de 32 anos fala sobre o encantamento com clube e torcida, e diz que interrompeu o projeto de viver fora do país para realizar o sonho de vestir o manto sagrado. A camisa 10, no entanto, ele dispensa. Diego é o 35 do Mengão, com muito orgulho.

Você já se sente ídolo do Flamengo em tão pouco tempo?

Foi natural. Sem forçar a barra. Existia um certo receio de voltar ao Brasil depois de 12 anos fora. Você cria uma mentalidade europeia, mas jamais esqueci tudo de bom que tem o Brasil. É a realização de um sonho de vestir a camisa do Flamengo. Foi na hora certa.

O Flamengo já tinha tentado te contratar. A melhor estrutura ajudou dessa vez?

Ajuda, atrai o jogador, saber que está sendo bem administrado. Pesa na decisão. O que eu encontrei foi o que as pessoas me falavam, até melhor. Para o jogador isso é fundamental para trabalhar com tranquilidade.

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Por que o receio então?

A adaptação no geral, ao momento que o país vivia. As informações não eram as melhores, tenho dois filhos, tinha a vida consolidada na Europa. Pensava em morar lá. Mas sempre com o coração qui no Brasil. Existia esse receio, que acabou no primeiro dia. A recepção foi maravilhosa e a adaptação rápida. Hoje vivo um dos melhores momentos da minha vida pessoal e profissional.

Por que houve essa conexão tão rápida, no aeroporto, nos jogos, com a torcida ?

A torcida sentiu sinceridade, procuro ser natural com o que sinto. Houve identificação instantânea. Isso pesou. A torcida viu que não eram só palavras, vinham do coração, e isso para o flamenguista é importante.

É suficiente os três anos de contrato com o Flamengo?

Não tenho certeza. É prazeroso participar dessa crescente, tenho muitos sonhos ainda, e vamos ver o que vai acontecer. Dá a sensação de que três anos não vai ser suficiente. Vou viver intensamente cada momento.

Chegar e não vestir a camisa 10 tirou o peso? Vai usar na Libertadores ela ou a 35?

A camisa 10 do Flamengo é diferente por causa do Zico. Mas estou satisfeito com o número 35, pelo significado que ele tem. Cada vez que olho passa uma história de como aconteceu, dos meus filhos, pelo que estou jogando. Ver as pessoas na rua com o número 35 é prazeroso. Quando é para acontecer, acontece, independente do número. Tem sido especial, fica uma irreverência. Estou satisfeito. O Ederson usa a 10 e estamos bem servidos.

O Flamengo se mostrou um time maduro em 2016, mas perdeu aquela cara no fim do Brasileiro. O que faltou?

Existe um desgaste físico e psicológico. Mas os empates não estavam no nosso planejamento. As equipes se prepararam mais para jogar contra a gente e neutralizar. Talvez nesse aspecto poderíamos feito algo diferente. Isso na briga pelo título faz a diferença. Mas faz parte. Por tudo que fizemos nada me tira da cabeça que a temporada foi positiva, temos que comemorar a classificação na Libertadores. Os detalhes podem ter feito diferença mas nossa hora vai chegar.

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A Seleção ficou para trás?

Sou feliz com minha trajetória, apesar de não jogar uma Copa do Mundo. Não reclamo de oportunidades e não aceito dizerem que não aproveitei elas. Cheguei e existia uma hierarquia, jogadores com história, tinha que respeitar. O que influencia são as decisões do treinador. Deixei de ser convocado no meu melhor momento, quando estava indo para a Juventus. Mas não carrego frustração, sou grato, e ainda sonho com ela. Mas nesse momento a cabeça está voltada no Flamengo, porque tem sido prazeroso ser reconhecido aqui.

O que o torcedor pode esperar para 2017?

Esse crescimento não tem limite. A expectativa é positiva, no que depender de nós vamos conquistar títulos e retribuir o carinho deles.

E no futuro, mundo árabe e China te seduzem?

Não penso nessa possibilidade nesse momento. Tomei a decisão de vir para o Flamengo não pelo lado financeiro. Foi clara a minha decisão de vir para realizar um sonho. Existiam outras propostas muito mais interessantes financeiramente. Depois de viver um momento como esse não me passa pela cabeça abandonar esse projeto. Tenho três anos de contrato e vou cumprir.

Como foi esse ano sem tempo esse ano para a família, por causa das viagens?

Não tenho do que reclamar, sou realizado pessoalmente, esposa e dois filhos que me fazem feliz. Encontro um tempo para eles, faz parte da profissão essas viagens. Precisa dedicar o tempo. Meu relacionamento é saudável e de qualidade apesar do tempo. Os encontros são de qualidade. São presentes de Deus.

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Eles jogam bola?

O mais velho mais que o mais novo. O mais novo, desde que chegou, o olho brilha mais, entrou no Maracanã, está aflorando. O mais velho joga 24 horas, comenta, corneta, vai na escolinha. Ele está em uma escolinha no colégio e na do Flamengo também.

Em 12 anos de Europa ficou alguma frustração, talvez de não ter ido para o Real Madrid?

Eu tive algumas propostas de grandes clubes, Real foi um, Bayern, escolhi a Juventus pelo que me passaram, ficaram dois anos indo na minha casa, o presidente, treinador me ligava, além da admiração que eu tinha por eles e pelo futebol italiano. Acabei escolhendo ir para lá. Ali a diferença para dar esse plus seria ter conquistado títulos, eu era o principal jogador, a equipe era muito forte, mas não tivemos títulos. Seria o ápice. Mas futebol está sujeito a isso. Nenhuma frustração, fiz o que estava no meu alcance. Tenho boas recordações. Não tira o brilho da minha trajetória.

O que dizer para os brasileiros que estão indo para a Europa 12 anos depois de você, como o Gabriel Jesus?

Que mantenha a alegria de jogar, se prepare para os desafios. Que tenha perseverança. Quando sai do país isso é importante. Em alguns momentos natural pensar em voltar ps o por to seguro, nosso pais, clube de coração, que vá de corpo e alma, vale a pena, é encantador, vale a pena seguir alguns anos por lá.

Surpreendeu a consolidação do Neymar no Barcelona?

Acho que não porque pelo que acompanho ele parece ser um garoto de bom caráter, e que transborda essa alegria e prazer de jogar. Se preocupa pouco com o extracampo. Entra e mantém a forma alegre de jogar. As atitudes foram todas perfeitas. Como se adaptou, se aproximou do Messi, humildade no momento certo, sem perder a forma de jogar, a autoridade. Eu admiro o que o Neymar fez, é merecedor.

Na sua épca tinha hierarquia, hoje ele exerce protagonismo solitário na seleção?

Ele foi, sim, sobrecarregado. Não é bom. Mas na cabeça dele talvez não carregasse esse peso. De fora era tudo relacionado para ele. Não é saudável. Mas soube lidar bem e hoje começa a dividir mais. Apesar de ele ser o protagonista. A seleção está com cara de equipe. Fica mais leve par atodo mundo.

Seu nome batiza um CT do Santos. Aqui, como tem visto e o que espera do trabalho para a base?

Estrutura, preparação bem feita e paciência são fundamentais para não queimar etapas. O Santos tem feito isso muito bem. Naquela altura foi uma situação especial porque foi queimando etapas, realmente, mas o trabalho estava de anos e eu estava preparado, queira ou não. O fundamental é isso, e o Flamengo tem feito, misturado os garotos, é um estágio perfeito para eles viver esse ambiente. Estão no caminho certo.

Onde você estava no dia do 7 a 1? Com anos no futebol alemão, consegue explicar aquela atuação?

Eu estava no Guarujá, mas estive seis anos na Alemanha, e fizeram isso, prepararam bem e respeitaram o processo, não foram imediatistas como nós somos. Prepararam os jogadores por alguns anos e nas situações adversas não mudaram o plano. E você colhe os frutos desse trabalho. Foi bem claro o processo. Chegou o momento deles colherem. Infelizmente aquele resultado acabou sendo algo simbólico, a diferença não condiz com o resultado, mas por alguns minutos sofreu com aquela situação, não soube administrar. Agora a seleção está se reerguendo e temos que ter os alemãs como exemplo.

Depois dessa tragédia com a Chapecoense, o que um ídolo como você falaria para o torcedor de futebol?

Nunca um acontecimento me impactou tanto. Essa é minha vida, meu cotidiano. Por alguns minutos todos pensamos, oramos, e reconhecemos nossa fragilidade. Que realmente o amor prevaleça, que se conscientize que o mais importante é a vida. No esporte nos dedicamos 100% e nos esquecemos do mais importante que é o ser humano. Esse amor ao próximo que temos visto nos últimos dias é muito bonito, mas que não seja só momentâneo, e isso sirva para carregar esse amor e respeito ao próximo sempre. Estou à disposição para ajudar no que for necessário.

O que o torcedor do Flamengo pode pedir para Papai Noel e de Ano Novo?

Acho que queremos e vamos dar continuidade no trabalho. Esse crescimento não tem limite. Que possamos perseverar, a expectativa é de um ano muito positivo, e no que depender de nós vamos conquistar títulos e retribuir o carinho.

Fonte: Extra
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Nota oficial sobre Vaz e Ederson

O atleta Rafael Vaz já está em fase final do tratamento de sua lesão. Será liberado para as férias com o restante do grupo e se reapresentará sem restrições na pré-temporada para iniciar os treinos.
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Sobre o atleta Ederson é sabido que, apos o trauma sofrido e a sua posterior cirurgia, ainda permaneceu o edema osseo, lesão que não tem prazo de volta. O tratamento consiste na retirada da carga e esperar pela diminuição desse quadro pelo organismo. Estará de férias, porém com acompanhamento do Departamento Médico do clube.
Fonte: Flamengo
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Parado na Lei Seca, meia Diego, do Flamengo, se recusa a soprar bafômetro

Camisa 35 da Gávea O meia Diego, 31 anos, o craque deste time do Flamengo, foi parado numa blitz da Lei Seca, na madrugada de ontem, na Av. Lauro Sodré, em Botafogo, e… se recusou a fazer o teste do bafômetro. O jogador foi autuado e teve de chamar outro motorista para levar seu carro.

Fonte: o globo

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