Campeonato Brasileiro 2016

Jogador do Fla é eleito o melhor do Brasil pela revista Placar

Com apenas 19 anos, o atacante Gabriel Jesus teve uma temporada inesquecível. O camisa 33 do Palmeiras, sem sentir o peso, assumiu a responsabilidade e, sem demonstrar imaturidade, foi o grande nome do time em 2016. No início do ano, marcou quatro gols na Libertadores em sua estreia pelo torneio, e mais cinco pelo Paulistão.

Pouco depois, fez um primeiro turno arrasador no Brasileirão, marcando dez gols em 15 jogos. Indicado por Pep Guardiola, acabou acertando sua transferência para o Manchester City-ING por cerca de 30 milhões de euros. Como se não bastasse, Gabriel foi convocado para a seleção sub-23 na sequência, e virou um dos destaques do time brasileiro nos Jogos Olímpicos do Rio, voltando para casa com a inédita medalha de ouro e três gols marcados na campanha. Mas ainda tinha mais. Após a Olimpíada, o atacante foi convocado por Tite para a seleção principal e logo na estreia marcou dois gols na vitória por 3 x 0 sobre o Equador.

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Desempenho que o garantiu como titular da equipe até o fim do ano nas Eliminatórias, onde marcou ao todo cinco gols em seis jogos. E, para fechar a temporada perfeita, Jesus voltou ao Palmeiras na 22ª rodada do Brasileirão e conduziu o time ao título nacional depois de um jejum de 22 anos, sendo o artilheiro da equipe e um dos principais do campeonato, com 12 gols.

No total, a joia do Verdão marcou 29 gols em 59 jogos em 2016, terminando como o maior artilheiro da temporada do futebol brasileiro e escolhido por 29 dos 40 jornalistas consultados por Placar como o craque do ano. Agora, de malas prontas para fixar residência na Inglaterra, o garoto com potencial de craque vai deixar saudades no futebol brasileiro.

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GOLEIRO

Vanderlei – Santos

Se a zaga do Santos deixou um pouco a desejar pela vulnerabilidade, embaixo das traves uma muralha foi erguida. Vanderlei foi essencial na campanha santista, salvando o time da Vila Belmiro em muitas partidas. Contra o Fluminense no primeiro turno, por exemplo, fez uma memorável sequência de defesas, conquistando a torcida.

No campeonato, levou 35 gols em 37 jogos, média de quase um gol por jogo. Não fosse ele, poderia ser pior. Com 1,95 metro de altura, firmeza e ótima colocação, foi eleito o melhor goleiro do Brasileirão 2016.

LATERAL DIREITO

Jean – Palmeiras

Aos 30 anos, mas com fôlego de garoto, o experiente lateral direito do Palmeiras foi o quarto mais efciente em desarmes do time. Deu quatro assistências, terminando o campeonato como o terceiro melhor nesse quesito. Cobrador ofcial de pênaltis do Verdão, foi vice-artilheiro do time no Brasileirão, com seis gols. Ganhou seu segundo título do Brasileirão. O primeiro foi pelo Fluminense, em 2012.

ZAGUEIROS

Mina – Palmeiras

Gigante da zaga do Verdão, com 1,95 metro, o colombiano Yerri Mina precisou de apenas 12 jogos para mostrar seu futebol, um patamar acima da qualidade dos zagueiros brasileiros. Preciso, cometeu apenas 18 faltas, roubou 16 bolas e, em quatro dos jogos em que atuou, o Palmeiras não levou gols. Recebeu quatro cartões amarelos. Marcou 4 gols e encantou a torcida com sua dancinha ao comemorar. Constantes convocações para defender a Colômbia e uma insistente lesão muscular o tiraram de boa parte dos jogos do time.

Ainda assim, foi o eleito de 23 especialistas.

Pedro Geromel – Grêmio

Geromel foi o zagueiro mais consistente ao longo do Campeonato Brasileiro. Em 26 jogos, o jogador de 31 anos roubou 43 bolas e marcou três gols. Foram 15 jogos à frente da zaga gremista sem tomar um único gol. Além disso, o zagueiro cometeu apenas 20 faltas e levou só cinco cartões amarelos e nenhum vermelho. Foi o zagueiro mais votado entre os jornalistas que participaram da eleição dos Craque do Ano Placar, com 30 votos.

LATERAL ESQUERDO

Jorge – Flamengo

O lateral esquerdo Jorge foi uma das principais revelações do campeonato. Com apenas 20 anos, jogou como veterano na defesa rubro-negra. Fez dois gols, deu duas assistências e cometeu 34 faltas. Jorge se destaca por sua habilidade, tanto que foi o segundo maior driblador do Flamengo. Além disso, foram incríveis 68 roubadas de bola ao longo do campeonato.

Esse número, combinado à sua velocidade, fez dele o melhor lateral esquerdo do Brasileirão.

VOLANTES

Renato – Santos

Aos 37 anos, Renato é um daqueles volantes que parecem jogar de terno. Com calma e classe, ele comandou o meio-campo da equipe da Vila Belmiro. Ao longo do campeonato, tomou apenas dois cartões amarelos e nenhum vermelho. Atuou nos 38 jogos do Santos no campeonato. Com fôlego de garoto, Renato se orgulha de manter uma alimentação saudável e ter abandonado refrigerantes há mais de uma década. Marcou dois gols, deu três assistências e roubou 57 bolas.

Tchê Tchê – Palmeiras

Contratado do Audax, vice-campeão paulista, em 2016, Tchê Tchê foi um dos jogadores mais regulares do Brasileirão. Iniciou o Campeonato Brasileiro pelo Verdão atuando na lateral, mas se consagrou como volante. Habilidoso e incansável, atuava por todos os lados do campo, inclusive armando o jogo.

Marcou dois gols, deu duas assistências e roubou 41 bolas. Recebeu 23 votos dos especialistas consultados por Placar.

MEIAS

Moisés – Palmeiras

Vindo da Croácia, aos 28 anos e com passagens em clubes menores no Brasil, Moisés gerou desconfiança entre torcedores palmeirenses ao ser contratado. Mas tudo ficou para trás com suas atuações. O jogador foi o motor do campeão brasileiro. Força, visão e inteligência foram suas principais características no campeonato.

Foram 73 desarmes na competição, por exemplo. Além disso, os laterais arremessados diretamente na grande área foram uma das armas do ataque palmeirense, gerando jogadas de perigo e de gol.

Dudu – Palmeiras

De rebelde a capitão do time. A trajetória de Dudu no Palmeiras campeão brasileiro é de transformação. Cuca domou o craque na conversa, dando-lhe responsabilidade e tornando-o um líder em campo. Ao longo do campeonato foram seis gols, essenciais para a conquista do título. Além de balançar as redes, ele também servia os companheiros.

Dudu foi o jogador que mais deu assistências, dez ao todo. No final, a maior recompensa: levantar a taça do Brasileirão 2016 e ser eleito um dos craques do ano Placar.

ATACANTES

Robinho – Atlético-MG

O veterano atacante chegou ao Galo cercado de desconfiança, mas não tomou conhecimento e foi artilheiro do time. Com 12 gols no campeonato, Robinho ajudou a equipe de Belo Horizonte a chegar à parte de cima da tabela, na cola do líder Palmeiras.

O jogador de 32 anos ainda deu oito assistências, sendo o líder da equipe nesse quesito. Sua regularidade e as boas atuações o tornaram um dos craques do Brasileirão, com 22 votos dos especialistas.

Gabriel Jesus – Palmeiras

Fonte: Revista Placar

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Campeonato Brasileiro 2016

Fla tem o seu melhor desempenho defensivo no Brasileiro desde 2006

Desempenho zaga Flamengo Brasileiro 2016 (Foto: Editoria de Arte)O sonho de o Flamengo conquistar o hepta no Brasileiro ficou apenas no cheirinho, mas pelo menos o clube assegurou uma vaga na próxima edição da Taça Libertadores após terminar a competição na terceira colocação com os mesmos 71 pontos do Santos, mas duas vitórias a menos (22 a 20). O que não deixa de ser um feito a ser exaltado, ainda mais num ano em que o elenco foi obrigado a fazer inúmeras longas viagens para exercer o seu mando de campo longe do Rio de Janeiro, uma vez que o Maracanã estava cedido para o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, só sendo liberado na reta final do campeonato.

Com a saída do treinador Muricy Ramalho devido a problemas de saúde, Zé Ricardo assumiu o comando da equipe, tendo a difícil missão de entrosar a equipe ao longo da competição com os reforços que iam sendo contratados. Dentro deste contexto, a zaga era uma das principais preocupações da comissão técnica, diretoria e torcedores por conta das sucessivas falhas cometidas pelo sistema defensivo e que culminaram com as saídas dos zagueiros Wallace – atualmente no Grêmio – e César Martins – que está no Nacional-POR emprestado pelo Benfica. Como Juan tem um histórico frequente de lesões, impedindo que tenha uma sequência longa de jogos, o Flamengo foi ao mercado e contratou o argentino Donatti, um dos destaques da última Libertadores atuando pelo Rosario Central. Mas foi com as aquisições de Rafael Vaz, ex-Vasco, e Réver, até então encostado no Internacional, que o rendimento da defesa começou a melhorar, deixando a torcida menos apreensiva.

Rever e Rafael Vaz, Flamengo (Foto: Fred Gomes/GloboEsporte.com)Réver e Rafael Vaz formaram a dupla de zaga do Fla em 26 jogos sofreram 24 gols (Foto: Fred Gomes/GloboEsporte.com)

Nos 26 jogos que a dupla formou a zaga do Flamengo, o time levou 24 gols, o que dá uma média inferior a um gol por partida (0,92), o que contribuiu para o clube terminar com a segunda defesa menos vazada do Brasileiro, com 35 gols (média de 0,92 por jogo) sofridos assim como o Peixe e atrás somente de Palmeiras e Atlético-PR, ambos com 32. Foi o melhor desempenho do Rubro-Negro desde 2006, quando a competição passou a ser disputada por 20 clubes no sistema de pontos corridos. Até então, o melhor desempenho tinha sido registrado em 2009, ano do hexa, e 2010, quando tomou 44 gols (média de 1,15 por jogo). O pior desempenho aconteceu na edição de 2015. Na ocasião levou 53 gols (média de 1,39 por jogo).

Gols sofridos Flamengo Brasileiro desde 2006 (Foto: Editoria de Arte)

Dos 38 jogos disputados na competição, o Flamengo iniciou e terminou 34 com a mesma zaga. Em três jogos, o Rubro-Negro teve mais de uma formação em função de substituições por contusão (Juan, no primeiro tempo contra a Chapecoense, na terceira rodada, e na segunda etapa contra o Coritiba, na 17ª rodada, além de Rafael Vaz, no segundo tempo diante do Santos, pela 37ª rodada). Apenas na vitória sobre o América-MG por 2 a 1, em Cariacica, pela 16ª rodada, o time atuou com três zagueiros de origem após a entrada de Rafael Vaz no lugar do lateral Chiquinho, bastante contestado pela torcida na ocasião, para atuar ao lado de Réver e Juan. No total foram 42 formações no decorrer do Brasileirão.

Além de Réver e Rafael Vaz, a zaga do Flamengo teve outras nove composições durante as partidas disputadas ao longo do campeonato: Léo Duarte e Juan (três jogos, dois gols sofridos); Léo Duarte e Rafael Dumas (um jogo, um gol sofrido); Léo Duarte e César Martins (três jogos, três gols sofridos); Léo Duarte e Rafael Vaz (um jogo, um gol sofrido); Réver e Juan (quatro jogos, três gols sofridos, sendo todos no empate com o Botafogo por 3 a 3, no Luso-Brasileiro, pela 15ª rodada); Réver, Juan e Rafael Vaz (um jogo, um gol sofrido); Juan e Rafael Vaz (um jogo, nenhum gol sofrido); Rafael Vaz e Donatti (um jogo; nenhum gol sofrido); e Donatti e Juan (um jogo; nenhum gol sofrido).

Confira as formações e o número de gols sofridos pela zaga do Flamengo ao longo do Brasileiro.

Primeira rodada – Flamengo 1 x 0 Sport

Léo Duarte e Juan – nenhum gol sofrido

Segunda rodada – Grêmio 1 x 0 Flamengo

Léo Duarte e Juan – 1 gol sofrido

Terceira rodada – Flamengo 2 x 2 Chapecoense

Léo Duarte e Juan – 1 gol sofrido
Léo Duarte e Rafael Dumas – 1 gol sofrido

Quarta rodada – Ponte Preta 1 x 2 Flamengo

Léo Duarte e César Martins – 1 gol sofrido

Quinta rodada – Flamengo 1 x 0 Vitória

Léo Duarte e César Martins – nenhum gol sofrido

Sexta rodada – Flamengo 1 x 2 Palmeiras

Léo Duarte e César Martins – 2 gols sofridos

Sétima rodada – Figueirense 1 x 0 Flamengo

Léo Duarte e Rafael Vaz – 1 gol sofrido

Oitava rodada – Cruzeiro 0 x 1 Flamengo

Réver e Rafael Vaz – nenhum gol sofrido

Nona rodada – Flamengo 2 x 2 São Paulo

Réver e Rafael Vaz – 2 gols sofridos

10ª rodada – Santa Cruz 0 x 1 Flamengo

Réver e Rafael Vaz – nenhum gol sofrido

11ª rodada – Flamengo 1 x 2 Fluminense

Réver e Rafael Vaz – 2 gols sofridos

12ª rodada – Flamengo 1 x 0 Internacional

Réver e Rafael Vaz – nenhum gol sofrido

13ª rodada – Corinthians 4 x 0 Flamengo

Réver e Rafael Vaz – 4 gols sofridos

14ª rodada – Flamengo 2 x 0 Atlético-MG

Réver e Rafael Vaz – nenhum gol sofrido

15ª rodada – Botafogo 3 x 3 Flamengo

Réver e Juan – 3 gols sofridos

16ª rodada – Flamengo 2 x 1 América-MG

Réver e Juan – nenhum gol sofrido
Réver, Juan e Rafael Vaz- 1 gol sofrido

17ª rodada – Coritiba 0 x 2 Flamengo

Juan e Rafael Vaz – nenhum gol sofrido
Rafael Vaz e Donati – nenhum gol sofrido

18ª rodada – Santos 0 x 0 Flamengo

Réver e Rafael Vaz – nenhum gol sofrido

19ª rodada – Flamengo 1 x 0 Atlético-PR

Réver e Rafael Vaz – nenhum gol sofrido

20ª rodada – Sport 1 x 0 Flamengo

Réver e Rafael Vaz – 1 gol sofrido

21ª rodada – Flamengo 2 x 1 Grêmio

Réver e Rafael Vaz – 1 gol sofrido

22ª rodada – Chapecoense 1 x 3 Flamengo

Réver e Rafael Vaz – 1 gol sofrido

23ª rodada – Flamengo 2 x 1 Ponte Preta

Réver e Rafael Vaz – 1 gol sofrido

24ª rodada – Vitória 1 x 2 Flamengo

Réver e Rafael Vaz – 1 gol sofrido

25ª rodada – Palmeiras 1 x 1 Flamengo

Réver e Rafael Vaz – 1 gol sofrido

26ª rodada – Flamengo 2 x 0 Figueirense

Réver e Rafael Vaz – nenhum gol sofrido

27ª rodada – Flamengo 2 x 1 Cruzeiro

Réver e Rafael Vaz – 1 gol sofrido

28ª rodada – São Paulo 0 x 0 Flamengo

Réver e Rafael Vaz – nenhum gol sofrido

29ª rodada – Flamengo 3 x 0 Santa Cruz

Réver e Rafael Vaz – nenhum gol sofrido

30ª rodada – Fluminense 1 x 2 Flamengo

Réver e Rafael Vaz – 1 gol sofrido

31ª rodada – Internacional 2 x 1 Flamengo

Réver e Rafael Vaz – 2 gols sofridos

32ª rodada – Flamengo 2 x 2 Corinthians

Réver e Rafael Vaz – 2 gols sofridos

33ª rodada – Atlético-MG 2 x 2 Flamengo

Réver e Rafael Vaz – 2 gols sofridos

34ª rodada – Flamengo 0 x 0 Botafogo

Réver e Rafael Vaz – nenhum gol sofrido

35ª rodada – América-MG 0 x 1 Flamengo

Donati e Juan – nenhum gol sofrido

36ª rodada – Flamengo 2 x 2 Coritiba

Réver e Rafael Vaz – 2 gols sofridos

37ª rodada – Flamengo 2 x 0 Santos

Réver e Rafael Vaz – nenhum gol sofrido
Réver e Juan – nenhum gol sofrido

38ª rodada – Atlético-PR 0 x 0 Flamengo

Réver e Juan – nenhum gol sofrido

Fonte: GE

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Campeonato Brasileiro 2016

Arão se consolida como um dos melhores do país

O ano começou com uma briga fortíssima nos bastidores entre Flamengo e Botafogo. Tudo por conta de Willian Arão. E também com uma dúvida: valia mesmo a pena tanto estresse rubro-negro para contar com o jogador?

Bom, o decorrer de 2016 deixou isso muito claro: é óbvio que valia!

Willian Arão despontou mesmo para o futebol só no ano passado com a camisa botafoguense. Ninguém sabia, porém, como ele reagiria jogando na primeira divisão nacional – afinal, o time alvinegro estava na Série B.

No Flamengo, Arão mostrou que não sentiu nem um pouco o peso da elite. Vestiu o manto sagrado rubro-negro, conquistou seu lugar dentro de campo e virou uma das maiores unanimidades do país.

Com gols ou assistências, foi um dos grandes responsáveis pelo sonho flamenguista de brigar pelo troféu e é merecedor do Prêmio ESPN Bola de Prata SPORTINGBET.

Depois, com a chegada de Diego, até perdeu um pouco de destaque por mudar de função em campo. Mas jamais deixou de ser importante para a equipe.

  • O REGULAMENTO

Jornalistas da Placar e da ESPN assistem a todas as partidas do Brasileirão e atribuem notas de 0 a 10 aos jogadores. Receberão a Bola de Prata os craques que tenham sido avaliados em pelo menos 19 partidas. Jogadores que deixaram o clube antes do fim do campeonato estarão fora da disputa. Em caso de empate, leva o prêmio quem tiver o maior número de partidas. Ganhará a Bola de Ouro aquele que obtiver a melhor média.

Fonte: ESPN

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Campeonato Brasileiro 2016

Desempenho monstruoso: Márcio Araújo termina o Campeonato como o jogador com mais desarmes ERRADOS

Márcio Araújo disputou 36 partidas no Brasileirão e foi titular em todas elas (Getty Images)

Próximo de renovar o seu contrato com o Flamengo por mais duas temporadas, o volante Márcio Araújo encerra o Campeonato Brasileiro com uma marca negativa. Titular em 36 jogos, o camisa 8 terminou a competição com 22 desarmes errados, maior marca entre todos os jogadores do torneio. Os números são do site Footstats.

Além dele, outros dois rubro-negros aparecem perto do topo nesse quesito. Companheiro do volante no meio campo do Flamengo, Willian Arão vem na sequência da lista, com 21. O lateral-esquerdo Jorge terminou em quinto, com 17.

Os dois, no entanto, aparecem a frente do camisa oito no quesito desarmes certos. Arão terminou o Brasileirão 2016 como o maior ladrão de bolas do país, com 110 roubos. Com 85, Jorge aparece na sexta posição, enquanto Márcio Araújo foi o oitavo, com três desarmes a menos.

Fonte: FOXSports

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Campeonato Brasileiro 2016

Zé Ricardo vê saldo positivo do Flamengo na temporada

O Flamengo foi a Curitiba em busca de uma vitória que lhe garantisse o vice-campeonato brasileiro, e o prêmio adicional de R$ 3,4 milhões. O desafio diante do melhor mandante da competição não era fácil, e o empate por 0 a 0 na Arena da Baixada e a vitória do Santos sobre o América Mineiro deixaram o Rubro-Negro na terceira colocação.

Longe de lamentar o resultado, o técnico Zé Ricardo preferiu exaltar a evolução da equipe ao longo da temporada, e a superação das dificuldades enfrentadas por não ter casa própria até a reabertura do Maracanã, há poucas semanas.

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“Foi um ano extremamente difícil pelo que passamos em termos de logística. Demos uma cara para equipe, uma organização, e o time encontrou uma maneira de jogar”, disse o comandante.

Na visão de Zé Ricardo, o Flamengo ficou atrás apenas de equipes que apresentaram um grande desempenho na competição. Ele citou o merecimento do Palmeiras na conquista do título brasileiro.

“Em cima disso conseguimos uma pontuação que poderia nos dar o título, mas o Palmeiras fez uma campanha praticamente sem nenhum erro e mereceu. Brigamos até o fim”, completou, na entrevista coletiva após o duelo na Arena da Baixada.


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Campeonato Brasileiro 2016

Jogadores falam em “dever cumprido”, mas Flamengo perde R$ 3,4 milhões

O empate por 0 a 0 com o Atlético-PR saiu mais caro que a encomenda para o Flamengo. Os atletas deixaram o gramado da Arena da Baixada com discurso de satisfação pela vaga direta na fase de grupos da próxima edição da Copa Libertadores, mas o clube perdeu a chance de ganhar R$ 3,4 milhões na premiação do Campeonato Brasileiro.

O gol de Ricardo Oliveira pelo Santos sobre o América-MG colocou o time da Vila Belmiro no segundo lugar, de modo que receberá R$ 10,7 milhões pelo vice. Empurrado para a terceira posição, o Rubro-Negro terá que se contentar com R$ 7,3 milhões, que constituem R$ 3,4 mi a menos que o possível. Vale lembrar que o Flamengo entrou em campo dependendo apenas de si mesmo para confirmar a segunda colocação. Mesmo assim, o discurso dos atletas após a partida foi positivo.

“Sensação de dever cumprido. É claro que o nosso objetivo era o título, mas acho que o segundo objetivo era a Libertadores. Fico feliz de ter feito parte desse grupo, de ter dado o meu melhor e jogado com todos esses companheiros nessa temporada”, disse Alan Patrick, que está emprestado ao clube pelo Shakhtar Donetsk e deve voltar à Ucrânia no ano que vem. “Uma honra vestir essa camisa e jogar com essa torcida maravilhosa. Uma sensação única poder vestir essa camisa, estou muito feliz. Espero um dia poder voltar para esse clube maravilhoso”, completou.

Emprestado pelo Santos até o meio de 2017, Leandro Damião vive situação semelhante. “Muitos dias fora de casa, viajando, viajando, longe da família. Queríamos o segundo lugar, mas infelizmente não conseguimos. Mas não faltou dedicação, entrega. Eu acho que o Flamengo esse ano foi o que o Flamengo é, superação. O ano que vem tem tudo para ser ainda melhor”, avaliou o atacante, embora não tenha afirmado nada sobre o que será do seu ano que vem. “Meu contrato vai até o meio do ano. Eu vou agora para as minhas férias”, despistou.

Fonte: uol

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Campeonato Brasileiro 2016

Que venha 2017

A escalação

Flamengo: Alex Muralha; Pará, Réver, Juan e Jorge; Márcio Araújo (Mancuello, aos 26/2ºT), Willian Arão, Alan Patrick (Felipe Vizeu, aos 33’/2ºT), Gabriel, Éverton; Guerrero (Leandro Damião – intervalo). Técnico: Zé Ricardo.

O jogo

Sonolento, melancólico, despretensioso, assim foi o jogo entre Atlético PR x Flamengo, pela última rodada do Campeonato Brasileiro de 2016.

O time carioca, passou as últimas duas semanas, falando da importância de terminar no 2º lugar, para poder conseguir as premiações que a posição lhe presentearia.

O jogo então se tornou: O Jogo dos 3 milhões de reais (quantia que diferencia a 2ª da 3ª colocação).

Mas em campo o que se viu, foi muito pouco. Com pretensões de disputar a libertadores, esperava-se um Atlético PR, mais agressivo e o que se viu, foi um time apático, medroso e que respeitou demais a equipe rubro-negra, deixando assim, o jogo muito burocrático.

Atlético-PR x Flamengo

Em campo, apenas o lateral Léo do Atlético (com uma passagem horrorosa pelo Fla), parecia querer provar algo (ou se vingar de algo).

Com entradas duras e até maldosas, em duas oportunidades quase tirou o lateral Jorge de campo, recebeu cartão amarelo merecidamente.

Já Lucho, jogador argentino do time do Paraná, conseguiu. Com uma entrada criminosa, tirou Guerrero do jogo.

mancuelloMancuello

Mancuello, finalmente teve a oportunidade de jogar e pegou um juiz “implicante”. Primeiro, atrapalhou o gringo, numa jogada de contra-ataque. E tomou um esporro daqueles de Mancuello.

Depois, num lance totalmente casual e sem querer, deu cartão amarelo, porque a bola tocou em seu braço. Em seguida, em outra jogada normal, de jogo, aproveitou e pareceu se vingar dos berros que o argentino desferiu contra ele, quando o mesmo o atrapalhou e expulsou o jogador do Fla.

Isso foi o que de mais movimentado aconteceu na partida.

A vice liderança

O Flamengo parece mesmo não gostar da vice colocação e não se esforçou para consegui-la.

Atlético-PR x FlamengoAlan Patrick se despede de forma melancólica, provando mais uma vez, não ter o que é preciso para vestir o manto sagrado. Leandro Damião, como sempre, entrou e errou tudo que tentou – ainda não consigo entender porque a preferência por ele e não por Vizeu. Conseguiu terminar a temporada, sem marcar 1 gol sequer com bola rolando.

Pontos Positivos

Foi o último jogo de Alan Patrick, que retornará ao Shaktar.

Atlético-PR x Flamengo

Muralha fez mais uma exibição de gala. Defendendo tudo que chegou na sua meta, de forma segura e definitiva, sem rebotes. Ainda mostrou toda a sua habilidade, matando um perigoso recuo de bola no peito e despachando de primeira.

Enfim, Zé Ricardo enxergou que sem Márcio Araújo, o time pode produzir mais. Sim! Isso aconteceu. Zé Ricardo tirou o vil 1º volante rubro-negro, para a entrada de Mancuello.

Zé Ricardo iniciará uma pré-temporada com um time profissional pela primeira vez, em janeiro. Vamos esperar que ele consiga enxergar o óbvio e colocar em campo os jogadores que realmente se destacam nos treinamentos.

Que venha 2017!

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