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Fla faz ações para sócios em Brasília, e diretor exalta: ‘É um clube nacional’

O Flamengo realizou ações para sócios-torcedores de Brasília, onde venceu por 2 a 0 o Grêmio, no Mané Garrincha, pela rodada inicial da Primeira Liga. Mais de 100 pessoas foram beneficiadas pelas ações do Programa Nação Rubro-Negra.

Foram abertas dez vagas para recepcionar a delegação rubro-negra no hotel na última terça-feira, 80 trocas de pontos por ingressos duplos, 15 vagas para o Match Day, que é um tour nos bastidores do estádio no dia do jogo (com direito a ingressos duplos), e cinco para inscrever crianças para entrarem em campo com o time (também com dois ingressos incluídos).

– O Flamengo é um clube nacional, que conta com sócios-torcedores em todos os estados do Brasil, e sempre buscamos levar essas experiências para todas as praças onde jogamos – disse o diretor de marketing do Flamengo, Bruno Spindel.

O Flamengo atualmente conta com 76.787 sócios-torcedores e ocupa o sexto lugar do Torcedômetro, ranking nacional do Movimento por um Futebol Melhor.

Além de ajudarem o clube e participarem de ações exclusivas, os sócios também aproveitam descontos e benefícios oferecidos pelo Movimento por um Futebol Melhor. As empresas parceiras são: Ambev (Brahma), Empório da Cerveja, Chopp Brahma Express, Unilever, Sky, Pepsico, Premiere, Centauro.com.br, Rede de Hotéis Arco, Méliuz e Bic.

Desde 2013, o Movimento concedeu mais de R$ 80 milhões em descontos aos sócios-torcedores dos 74 clubes participantes, que somam 1,2 milhão de inscritos e contribui para uma receita estimada de R$ 400 milhões/ano no futebol com os programas.

Fonte: Terra

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Viúva do zagueiro Thiego, da Chape, agradece ao Flamengo por camisa com homenagem ao defensor

A viúva do zagueiro William Thiego, que foi uma das 71 vítimas fatais do grave acidente com o avião da Chapecoense no fim de novembro, usou o Instagram para agradecer ao Flamengo pela camisa com a homenagem ao defensor.

“Que homenagem linda que fizeram para você meu amor! Queria agradecer ao Flamengo e ao diretor Rodrigo Caetano por nos presentear com esta homenagem! Thiego lá de cima com certeza está muito feliz pelo reconhecimento! Muito obrigado”, postou Susi, nesta quinta, na rede social.

O acidente com o avião da LaMia, que levava jornalistas e a delegação da Chapecoense para a partida contra o Atlético Nacional em Medellín, no dia 28 de novembro, matou 71 pessoas sendo 19 jogadores da Chape.

Susi e Thiego
Susi e Thiego Foto: Reprodução Instagram
Susi também agradeceu homenagem do Santos
Susi também agradeceu homenagem do Santos Foto: Reprodução Instagram
 Fonte: Extra
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Análise de banco mostra Flamengo com ‘gestão sólida’ e Corinthians com ‘alerta ligado’

Corinthians teve receita maior, mas caixa menor que o do Flamengo até setembro do ano passado

Corinthians e Flamengo têm as duas maiores torcidas do país e, por isso, sempre são vistos como os times com maior potencial financeiro. Mas, afinal de contas, como estão hoje as finanças destes clubes? Eles estão perto de atingir todo o potencial que possuem? Qual deles é mais bem gerido e tem um futuro mais promissor?

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Essas perguntas todas começam a ter resposta em uma análise do Itaú BBA. O banco pegou o balanço prévio dos dois clubes de 2016, com dados até o mês de setembro, e os comparou. A conclusão foi de que o Corinthians até conseguiu gerar mais receita, mas que, na verdade, precisa ficar com o sinal de alerta ligado. Enquanto o Flamengo conta com uma gestão bem mais sólida financeiramente.

Os dados serão apresentados por César Grafietti, diretor do Itaú BBA, com exclusividade para no Bate-Bola na Veia desta quinta-feira, que começa às 17h50 (horário de Brasília).

A análise toda é baseada em um aprofundamento maior em cima dos números. Até porque o Corinthians leva clara vantagem nas cifras totais. Entre janeiro e setembro, o clube alvinegro arrecadou nada menos que R$ 353 milhões, uma receita bem maior que os R$ 306 milhões que o Flamengo conseguiu colocar nos cofres.

Há, porém, um dado que transforma completamente a análise. A receita corintiana é bem mais baseada em venda de jogadores do que a do Flamengo. Isso faz com que o clube alvinegro não tenha tanta estabilidade na forma em que gera dinheiro. Afinal, o faturamento despenca se não conseguir vender atletas.

Descontando as negociações, o Flamengo é quem leva vantagem no que se chama de ‘receita recorrente’, aquela que é justamente mais fixa: R$ 295 a 279 milhões.

Ainda é necessário acrescentar que os direitos de TV foram tratados diferentemente nos clubes. O Corinthians já considerou as luvas que ganhou como faturamento, enquanto o Flamengo não as computou. O que, claro, deixaria a vantagem rubro-negro ainda maior na comparação.

A mesma situação se repete na análise do chamado Fluxo de Caixa, que analisa o dinheiro que sobra para o clube investir depois de descontadas todas as despesas. O Corinthians até leva vantagem na análise inicial (R$ 156 a 120 milhões), mas despenca quando desconsiderada a venda de atletas (R$ 109 a 81,7 milhões em favor do Flamengo).

E, no fim, o clube carioca ainda conseguiu poupar muito mais dinheiro. O Flamengo mais uma vez conseguiu pagar dívidas atrasadas (foram R$ 51 milhões só até setembro) e investiu mais em contratações. Mesmo assim, fechou os três primeiros trimestres com seis vezes mais dinheiro em caixa do que o Corinthians: R$ 18 a 3 milhões.

“O Flamengo continua mostrando solidez na gestão. Receitas elevadas, boa geração de caixa – com forte presença de receitas recorrentes – aumento dos investimentos e desempenho em campo evoluindo”, diz o estudo.

“Já o Corinthians, apesar do elevado montante que recebeu da TV e da Venda de Atletas, terminou os 9 primeiros meses do ano com algum ajuste de dívidas, investindo bastante, mas tendo que se segurar no fluxo de caixa, pois parte das vendas não devem ter sido recebidos no melhor prazo. Alerta ligado, sem dúvida”, complementa.

“Isto nos faz projetar um Flamengo numa condição mais favorável para 2017, com mais dinheiro e um elenco que nasce melhor estruturado”, conclui.

Fonte: ESPN

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fferj

A Diretoria, Planejamento 2017

Mais um capítulo da disputa entre FFerj e Flamengo

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A Diretoria

Zé Ricardo ganha moral com direção e assinará novo contrato no Flamengo

O técnico Zé Ricardo conquistou o respeito junto aos dirigentes do Flamengo com a campanha no Campeonato Brasileiro e está mais do que confirmado para dirigir o time em 2017. Com moral pelos resultados e pela forma de trabalhar, o novato assinará um novo contrato com o clube ao término da competição.

Zé Ricardo é funcionário do Flamengo e a ideia é a de não abrir mão dos seus serviços, embora a diretoria reconheça que o profissional tem o direito de alçar os próprios voos se assim desejar. O vínculo terá um plano de carreira com metas e aumento salarial.

Outro ponto importante está no investimento do Rubro-negro para a qualificação do profissional. Zé Ricardo pretende fazer um intercâmbio na Europa e vai aproveitar as férias após o Brasileirão para isso.

Este ponto é citado pelos dirigentes como um modelo da relação que envolve Flamengo e Zé Ricardo. É natural que o técnico necessite de resultados, mas a análise sobre o trabalho do novato vai além disso. O clube enxerga em Zé um prodígio na função e um patrimônio rubro-negro.

“Jamais tivemos dúvidas sobre a renovação de contrato com o Zé Ricardo. Não é culpa nossa que o ano está acabando. Ele está fazendo um grande trabalho e continua. É algo natural. Acredito que boa parte da imprensa o considere o melhor técnico do ano”, comentou o presidente Eduardo Bandeira de Mello.

Aos 45 anos, Zé Ricardo assumiu o comando do Flamengo no fim de maio, quando Muricy Ramalho abriu mão do contrato com o clube por conta de problemas de saúde. Com um estilo que mistura a meritocracia de Tite com o lado ranzinza do antecessor, o morador de Vila Isabel, zona norte do Rio de Janeiro, escreve a sua página na história do clube mais popular do país.

Até o momento, o técnico dirigiu o time em 34 partidas. Foram 18 vitórias, oito empates e nove derrotas. O aproveitamento é de 60,8%. Faltam quatro jogos para o encerramento do Campeonato Brasileiro e o objetivo de Zé Ricardo ainda é tentar levar o Flamengo ao título. Se não for possível, a diretoria estará satisfeita com o término até a terceira posição, o que garante vaga direta na fase de grupos da Copa Libertadores.

Fonte: UOL

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Fla supera obstáculos, consolida trabalho em 2016 e chega no ‘Top 4’ para ficar

O Flamengo trocou o pneu com o carro andando ao longo de 2016 e, mesmo que não cruze a linha de chegada com títulos, a continuidade do trabalho montou bases importantes para a próxima temporada.

Com melhor estrutura e um elenco de qualidade, o objetivo é usar a folga maior de recursos para dar o toque de qualidade necessário para as conquistas. Mesmo que ela não venham esse ano, o clube chega no Top 4 do Brasil para ficar e o objetivo é disputar a Libertadores todo ano.

O Flamengo no Linha de Passe da ESPN

Notícias sobre o estádio do Fla e do Maracanã

Saiba quem entra e quem sai no Fla – Especulações e Negociações

— As dificuldades surgiram e fomos contornando. Sei que 2017 vai ser melhor do que 2016. Teremos a continuidade do trabalho e mais folga para investir no futebol e consolidar a recuperação financeira — diz o presidente Eduardo Bandeira de Mello.

A estrutura para o desempenho dos atletas foi o ponto alto da temporada. O Centro de Excelência em Performance saiu do papel no começo do ano e, em breve, será entregue o módulo profissional do CT. Nesse meio do caminho, uma rotina desgastante de viagens por falta de um estádio no Rio faz o tema virar prioridade em 2017, assim como uma maior integração da base rubro-negra.

Base deu orgulho com títulos
Base deu orgulho com títulos

O conjunto da obra este ano foi lucrativo. A meta inicial era classificar para a Libertadores, objetivo já concluído. O cheirinho de hepta ficou forte depois que Zé Ricardo assumiu no lugar de Muricy Ramalho, com problema de saúde, e quase levou o Flamengo ao título brasileiro. As eliminações no Carioca, na Primeira Liga, na Copa do Brasil e na Copa Sul-Americana pesam contra. Da mesma forma, a improvisação na montagem do elenco a partir do meio da temporada foi um erro.

No entanto, a diretoria rubro-negra conseguiu juntar peças com bom encaixe e viu Zé Ricardo fazer o time render mais do que o esperado.

— A temporada termina bem melhor do que começou, ou que o ano passado. Todos estão orgulhosos, a campanha é boa. É preciso sim reconhecer os erros, e a tendência é o trabalho se consolidar — exalta o vice de futebol Flávio Godinho, em seu primeiro ano no cargo.

Zé é aposta da casa que deu certo
Zé é aposta da casa que deu certo

Força na recuperação

O baixo índice de lesões no Flamengo, alcançado pelo trabalho de prevenção, pode levar até a um elenco menos numeroso no futuro. O trabalho de recuperação de atletas deu certo e fez apostas como Réver, Leandro Damião e Rafael Vaz vingarem rapidamente. Assim como Diego, adaptado após anos na Europa.

Ídolo que faltava: Diego se adapta rápido
Ídolo que faltava: Diego se adapta rápido

— Com trabalho específico e com menos lesões em relação aos outros anos, conseguimos trabalhar com um grupo menor — destacou o médico Márcio Tannure.

No Centro de Excelência em Performance, o conceito implementado reeducou o grupo de atletas e deu início a um método que vai moldar um estilo de jogo do time.

— O treinamento é físico, técnico, tático e emocional. Os atletas entenderam que o ditado agora é treinar como se joga e jogar como se treina. Com alta intensidade — diz o preparador físico Daniel Gonçalves, que conseguiu driblar o excesso de viagens.

A montagem do time também foi um processo de recuperação. A diretoria idealizou reforços no começo da temporada, mas a terminou com apostas de meio de ano. O acerto na escolha das peças para as carências da defesa, do meio e do ataque cai na conta de Rodrigo Caetano. O dirigente agiu com agilidade sem lesar os cofres do clube.

Para Flávio Godinho, o elenco só precisa de poucas peças em 2017:

— É qualificar o elenco para tentar ser campeão. Com poucas contratações podemos disputar títulos – afirmou.

O que não pode se repetir

Direção contornou começo de ano de crise
Direção contornou começo de ano de crise

Dois acontecimentos inesperados prejudicaram o começo de ano do Flamengo: a dificuldade de usar o Maracanã antes e depois da Olimpíada; e o problema de saúde de Muricy Ramalho. Mas apenas o segundo era de fato inesperado. A diretoria rubro-negra acabou sendo obrigada a improvisar locais para o time atuar, o que no fim das contas não gerou prejuízo técnico, mas sim físico.

– Foram minutos de treinamento na temporada que somados chegam a dezenas de treinos perdidos, o que contribuiria para a perda de desempenho. Mas a adesão dos atletas e o planejamento do CEP fez com que a gente chegasse mesmo em um ano atípico brigando por esse título – lembrou Daniel Gonçalves.

Antes desse cenário, o início do trabalho de Muricy Ramalho não engrenava. Anterior à sua saída, o Flamengo lidou com invasão ao centro de treinamento após a péssima campanha no Carioca. Na ocasião, a cabeça do diretor Rodrigo Caetano ficou a prêmio, o que ameaçou o planejamento em 2016.

Ao bancar a permanência do executivo e dar moral a Zé Ricardo, a diretoria estancou a crise e o time cresceu — muito por conta do que se fez na janela de transferências no meio do ano. Os reforços de começo de temporada, como Mancuello e Cuéllar, não renderam o esperado. Apenas Alex Muralha se consolidou como titular, além de Willian Arão.

Diferentemente dos que chegaram em situação de emergência. A ascensão de atletas da base depois de conquistas nos juniores também vai ser mais bem explorada para que as apostas diminuam em termos de reforços.

Um dos jogadores em que se acredita muito para a próxima temporada é Ederson. Baixa das mais sentidas por causa de lesões, o camisa 10 é o jogador-conceito do Centro de Excelência em Performance. Entregue à preparação física, o meia só volta a atuar com a camisa do Flamengo em 2017.

– O saldo foi muito positivo. Mas ainda tem muita coisa para melhorar. Vamos sempre buscar excelência. Conseguimos diminuir drasticamente os índices de lesão em relação aos últimos anos. Muto pelo trabalho de prevenção, metodologia adotada no início do ano, e no fim a gente vê o resultado. Eles viriam a médio e longo prazo mas vieram antes que imaginávamos. Confirma a necessidade da manutenção do trabalho, em um ano atípico, de aprendizado, e vamos aperfeiçoar – garantiu Márcio Tannure.

Fonte: Extra

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A Base, A Diretoria

Chances para base só em 2017

Atual campeão da Copa São Paulo de Juniores e do torneio Otávio Pinto Guimarães, o Flamengo discute aproveitamento maior dos jogadores da base no futebol profissional. Hoje, Jorge é o único titular da equipe formado nas divisões de base da Gávea. No elenco, contando com o lateral-esquerdo titular e o antigo titular Paulo Victor, são 11 jogadores ao todo no grupo principal que disputa o Campeonato Brasileiro.

Fla avalia jogos longe do Rio em 2017

Jorge: ”Se ganhar, não tem mais jeito!”

Oriundo das divisões de base do Flamengo, o técnico Zé Ricardo – que já treinou futsal e outras categorias inferiores do clube antes dos juniores – admitiu recentemente que tem como meta pessoal colocar a garotada para jogar. O treinador lembrou que tem elenco grande, com muitas opções de jogadores mais experientes.

Em momentos diferentes do ano – mais em caso de necessidade do que de oportunidades -, a garotada da base entrou em campo. Com a saída de Wallace, Léo Duarte foi titular no início do Brasileiro. A venda de Kayke e as convocações de Guerrero permitiram a Felipe Vizeu boa rodagem – aproveitada com cinco gols – nas poucas oportunidades que teve. A chegada de Leandro Damião, porém, freou o aproveitamento do garoto como opção às ausências do peruano.

Um que não é mais tão garoto assim, mas é cria da base é Adryan. Aos 22 anos, ele voltou depois de empréstimos no futebol europeu e venda frustrada. Elogiado por Zé Ricardo no retorno, o meia, que está treinando fazendo funções de lado de campo, só entrou em campo três vezes neste Brasileiro. Ele foi relacionado para um jogo pela última vez contra o Santa Cruz, no início de outubro.

– É uma questão matemática. Tenho que fazer escolhas – disse Zé Ricardo, na última coletiva de imprensa antes de enfrentar o Botafogo. – Espero que ele tenha paciência porque no momento certo ele vai ser aproveitado.

Sem Mancuello e Everton, que devem voltar contra o América-MG, Zé levou Lucas Paquetá para o jogo contra o Botafogo. O técnico elogia muito o meia, uma das principais esperanças do Flamengo para o ano que vem. A provável saída de Alan Patrick pode ficar ter reposição caseira justamente pelo aproveitamento do habilidoso garoto do Ninho.

Questionado também sobre Thiago Santos, que ficou no banco pela última vez no início do mês de outubro, Zé elogiou a geração que está por vir e disse que espera usá-los com mais frequência ao longo de 2017. O treinador já se reúne com a diretoria e o departamento de futebol para projetar novas promoções dos juniores para o profissional. Matheus Sávio já deve subir em definitivo desde a reapresentação na próxima terça-feira no Ninho do Urubu.

– Paquetá é um jogador com bastante talento. Ele pode ser utilizado na ausência de algum jogador no meio de campo, numa eventual formação. Tenho muita confiança nele, no Thiago Santos, em todos meninos. Buscamos prepará-los para quando tiverem oportunidade estarem prontos. Logicamente que num plantel grande a gente tem dificuldade de utilizá-los. Mas pode ter certeza que um dos meus grandes objetivos aqui no Flamengo é prospectá-los para o time profissional. E para efetivamente jogarem. A gente tem essa preocupação como meta e objetivo para frente – disse o treinador do Flamengo.

Matheus Sávio Flamengo (Foto: Felipe Schmidt)Campeão da Copinha e da OPG, Matheus Sávio vai ser integrado definitivamente aos profissionais (Foto: Felipe Schmidt)
Fonte: Globoesporte.com
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